REVOLUÇÃO ANÁRQUICA ESPIRITUALISTA

Recentemente convidamos todos a participar de uma revolução anárquica espiritualista. Com isso nos tornamos responsáveis por todos aqueles que aceitarem o convite. Por isso precisamos ajudá-los na identificação dos alvos e na mira perfeita. Só assim eles poderão vencer essa batalha e viverem uma existência em paz, harmonia e felicidade

É isso que vamos fazer nesse blog. Em cada postagem um alvo e uma munição para vencer a batalha contra o mundo.


quinta-feira, 14 de março de 2019

O PESO DO CULPAR



Mas, já que estamos falando de pecadora, deixe-me contar uma história. Existia, no oriente, uma prostituta que morava em frente a um templo. No dia em que um monge soube como aquela mulher ganhava a vida, foi lá e acusou-a de pecadora por ser prostituta, já que esta profissão era contrária aos desígnios de Deus.
Ela pediu milhares de desculpas porque não sabia que se prostituir era contrário aos desígnios de Deus. Disse que necessitava daquela profissão para subsistir, mas já que era contrária a Deus, não mais a praticaria. Só que não conseguiu arrumar dinheiro de outro jeito e, quase morrendo de fome, voltou a receber homens...
O monge soube que ela voltou a trabalhar e visitou-a acusando. Para mostrar a força de sua acusação disse: para cada homem que você receber vou colocar uma pedra na porta da sua casa.
Quando a pilha de pedras estava gigante, morreram o monge e a prostituta ao mesmo tempo. Logo depois desse evento, quando o monge estava sendo carregado pelo anjo para baixo, o religioso viu que outro anjo passava carregando a prostitua. Só que o amigo espiritual que levava a mulher se dirigia para cima.
Estupefato, o monge disse: ‘mas, como? Ela é uma prostitua e está sendo levada para cima e eu, que sempre dediquei a minha vida a Deus, vou para baixo? O anjo que o levava respondeu: ‘acontece que o seu coração está pesado com muitas pedras. Por isso tem que descer’.
Com essa história aprendemos que, para não ser pecador, não é preciso apenas fazer oração, mas amar e servir ao próximo. Esse serviço não se caracteriza por nenhum ato material, mas por não acusá-lo de qualquer coisa, mesmo que quebre a lei de Deus.

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